quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Se ama, tem confiança, nem tudo que nós vemos é o que parece ser. Então espere pelas respostas.


- Eu acredito em você - ela disse -, assim como acredito em tantas outras coisas. E então o que você quer que eu faça? - Completa impaciente.
Ele a observa, notando como seus olhos estão magoados.
- Que perdoe-me. - Responde quase suplicante.
O Clima frio faz do quarto um pouco sinistro ou um tanto melancólico, ele está sentado na cama de frente para ela, a janela revela a chuva constante. Ela observa a janela como se por alguns segundos quisesse fugir pela tal. Ele observa sua garota como se quisesse implorar desesperadamente o seu perdão.
- Eu não posso te perdoar. - Diz ela por final.
- Porque não. - Ele quase grita.
- Porque isso doí ainda! - Ela grita - Quando não doer mais eu o perdoo, por agora eu sinto muito.
Ele olha para ela, os olhos cheios de densas lágrimas, as lágrimas do arrependimento. Ela olha para ele com dor, e vê em sua frente o cara que sempre amou, mesmo depois de o vê com outra menina, se machucou. Mas ela não compreendeu que, a tal menina que o agarrou.
Portanto agora, feriu-se, disse palavras horríveis para ele, que inconformado saiu de casa em plena tempestade, para tentar esclarecer as coisas. Mas a dor pela própria visão dele com outra que a machucou tanto. E agora ela e ele não sabem mais como passar por um simples desentendido.

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